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Painéis Solares na Guarda: projeto, instalação e registo

Na cidade mais alta de Portugal, o inverno é frio — e o frio não trava o sol. Projetamos e instalamos com equipa técnica própria, a partir de Esmolfe (Penalva do Castelo), pela A25.

Visita técnica e orçamento sem custo nem compromisso · Dias úteis, 09h–13h e 14h–18h

  • ≈ 1 544 kWhpor kWp instalado, por ano (estimativa PVGIS 5.3)
  • 1 056 maltitude da cidade da Guarda
  • Equipa própriado projeto ao registo na DGEG
Módulos fotovoltaicos numa cobertura metálica, com pinheiros à volta, num dia de céu limpo — obra JP Solar Solutions

Inverno gelado, céu limpo: um ótimo dia de produção

É comum pensar que o frio prejudica a produção. Acontece o contrário: os módulos fotovoltaicos convertem melhor a luz quando as células estão frias, e é o calor que lhes tira potência. Num dia de inverno gelado mas de céu limpo, os painéis trabalham frescos e aproveitam bem cada hora de sol.

Na Guarda, o PVGIS 5.3 estima que cada kWp produza cerca de 0,85 kWh por cada kWh/m² de sol em janeiro, contra 0,74 em julho: no inverno, a mesma luz rende mais. Num dia de céu limpo em janeiro chegam aos painéis cerca de 5,9 kWh/m² de sol, dois terços mais do que num dia médio de janeiro (3,6 kWh/m²) e perto de 80 % de um dia médio de julho, com o ar, em média, entre 2 e 9 °C.

O inverno produz menos no total, porque os dias são mais curtos e o sol está mais baixo. O que reduz a produção não é o frio, é:

  • nuvens e nevoeiro;
  • neve ou geada sobre os módulos, até derreterem;
  • sombras mais longas, com o sol baixo.

Produção estimada por kWp instalado, por mês (kWh)

  1. 94kWh em janeiro
  2. 106kWh em fevereiro
  3. 130kWh em março
  4. 135kWh em abril
  5. 151kWh em maio
  6. 152kWh em junho
  7. 172kWh em julho
  8. 169kWh em agosto
  9. 144kWh em setembro
  10. 117kWh em outubro
  11. 89kWh em novembro
  12. 85kWh em dezembro
Estimativa PVGIS 5.3 (Comissão Europeia) para a Guarda: sistema fixo a 35°, virado a sul, 14 % de perdas, horizonte do terreno incluído, média de 2005–2023. Total anual ≈ 1 544 kWh/kWp. Temperatura média do ar: 4,9 °C em janeiro e 22,2 °C em julho. Azul-escuro: meses de inverno; azul-claro: primavera e outono; dourado: meses de verão. É uma estimativa, não uma garantia de produção. Fontes e parâmetros.

O que a serra pede ao projeto

Neve e vento

Nas zonas altas, como a cidade da Guarda, acima dos 1 000 m, e as freguesias de serra à sua volta, a estrutura de fixação é dimensionada para as ações de neve e de vento do local, não por catálogo. A inclinação dos módulos ajuda a neve a deslizar.

Coberturas da região

Telha cerâmica ou de betão nas casas, chapa em armazéns agrícolas e industriais, grandes coberturas em adegas, queijarias e pavilhões pecuários. Cada uma tem o seu método de fixação.

Mais consumo no inverno

Aquecimento, iluminação, ordenha ao amanhecer: se o consumo sobe no inverno, o sistema não pode ser calibrado pelo verão, que produz cerca do dobro. Dimensionamos pelo seu perfil de consumo, não pela área do telhado.

O que instalamos

Habitação

Telhado inclinado, cobertura plana ou estrutura no solo, sempre com inversor híbrido e bateria, sobretudo quando há pouco consumo durante o dia ou se quer backup. A bateria guarda, até à sua capacidade, a energia que sobra de dia para o fim do dia e para a noite. Se já tem painéis, veja como acrescentar bateria a um sistema existente.

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Empresas, comércio e indústria

Monofásico ou trifásico, a partir do diagrama de carga real. Mesmo com consumo forte durante o dia, recomendamos híbrido com bateria, sobretudo quando há consumo ao fim do dia ou se quer backup. O que a bateria guarda depende do excedente real e da sua capacidade. Ver autoconsumo para empresas.

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Explorações agrícolas e pecuárias

Bombagem e rega, salas de ordenha, câmaras de frio, queijarias e armazéns. Primeiro fazemos coincidir a produção com os períodos de consumo; só depois se escolhe o equipamento. Ver autoconsumo para explorações agrícolas. Para produtores de leite e explorações com compromissos «Uso Eficiente da Água», veja também o apoio IFAP à eficiência energética na agricultura.

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Baterias, backup e carregadores

Baterias para usar à noite o excedente do dia e soluções de backup: com inversor híbrido e baterias, o backup pode ser geral e a passagem para as baterias é automática numa falha de rede, ponto sensível nas freguesias mais afastadas. Também carregadores para veículos elétricos e monitorização. Veja o que funciona quando falta a luz e o que inclui a instalação do carregador.

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Como trabalhamos

  1. Visita técnica

    Gratuita e sem compromisso. Verificamos a cobertura e a estrutura (com atenção reforçada ao vento e à neve), o quadro elétrico, os cabos, as sombras e o ponto de ligação, e analisamos a fatura.

  2. Projeto e proposta

    Sistema dimensionado para o local, equipamentos, prazo e condições comerciais. Se o local desaconselhar a instalação, dizemo-lo antes de orçamentar.

  3. Obra com equipa própria

    Quem projeta é quem instala, com equipa própria, e o acompanhamento fica com quem montou o sistema.

  4. Registo e acompanhamento

    Tratamos da comunicação prévia ou do registo na DGEG. Depois da entrada em serviço, acompanhamos a produção e damos apoio se surgir uma anomalia.

Filas de módulos fotovoltaicos numa cobertura de chapa de grande área — obra JP Solar Solutions
Cobertura de chapa · obra JP Solar Solutions
Moradias com módulos fotovoltaicos em várias águas do telhado e num terraço — obra JP Solar Solutions
Habitação · obra JP Solar Solutions

Obra própria, empresa licenciada

  • Alvará IMPIC n.º 112765, classe 3
  • Entidade instaladora certificada EI n.º 3369 · técnico responsável Mickael Antunes, DGEG 89244
  • JP Solar Solutions, Lda. · NIF 516651617

Estas credenciais dizem quem pode executar a instalação, quem assina a responsabilidade técnica e quem pode submeter o processo junto da DGEG. Peça-as sempre, a qualquer instalador, antes de assinar um contrato. Mais em quem somos.

Quanto custa instalar painéis solares na Guarda

O nosso sistema de referência para uma casa tem 10 painéis Haitai de 585 Wp (5,85 kWp), um inversor híbrido Deye de 6 kW e uma bateria Blue Carbon de 15,36 kWh. Custa 8 990 € com IVA, chave na mão, numa instalação em condições padrão (preço de referência a 19-10-2026, fora de campanhas temporárias). Estão incluídos o equipamento, a estrutura, a montagem com equipa própria, a monitorização, o procedimento na DGEG e o contador totalizador. A visita técnica é gratuita e o valor final fecha-se depois dela.

Na cidade da Guarda, este sistema pode produzir cerca de 9 030 kWh por ano na estimativa PVGIS 5.3 (1 544 kWh por kWp, vezes 5,85 kWp). Se aquece a casa com eletricidade, o inverno pesa mais na fatura: por isso cruzamos a produção de cada mês, como a do gráfico acima, com o seu consumo, antes de fixar o número de painéis e a capacidade da bateria.

Aqui, o que costuma mexer no preço é a cobertura exposta ao vento ou com muita neve, que pode pedir mais fixações ou reforço da estrutura; um quadro elétrico antigo; a ligação trifásica; ou uma bateria maior. O que a visita encontrar fica escrito na proposta, antes de decidir. A conta completa, componente a componente, está em quanto custa um sistema com bateria; para escolher a capacidade, veja como se dimensiona uma bateria para painéis solares.

Peça o preço para a sua casa →

Campanha em vigor

Campanha Centro e Norte, válida até 31 de outubro de 2026. Kit de referência: 10 painéis Haitai de 585 Wp (5,85 kWp), inversor híbrido de 6 kW e bateria Blue Carbon de 15,36 kWh, por 7 990 € com IVA incluído, em vez de 8 990 €. O que inclui e o que faz variar o preço está em quanto custam painéis solares com bateria em 2026.

O preço aplica-se a uma instalação em condições padrão e inclui a montagem completa, a monitorização e o acompanhamento local. Fica sujeito à disponibilidade de equipamento e à visita técnica prévia — as condições encontradas no local podem alterar o âmbito da obra.

Peça o seu orçamento

Envie-nos a sua fatura de eletricidade e agendamos a visita técnica em qualquer um dos concelhos da zona servida. O orçamento não tem custo nem compromisso.

  • A fatura é opcional: pode enviá-la agora ou mais tarde.
  • Visita técnica gratuita antes da proposta.
  • Prefere falar já? Ligue 928 063 925 (dias úteis, 09h–13h e 14h–18h) ou escreva para geral@jpsolarsolutions.pt.

    Usamos os seus dados para responder ao pedido de orçamento, de acordo com a Política de Privacidade.

    Zona servida no distrito da Guarda

    • Guarda
    • Trancoso
    • Pinhel
    • Fornos de Algodres
    • Mêda
    • Aguiar da Beira
    • Manteigas

    Em Seia, Gouveia e Celorico da Beira — e também em Oliveira do Hospital — o acompanhamento local é do Hugo Fonseca, o nosso comercial na Serra da Estrela: veja painéis solares na Serra da Estrela. Em Lamego e no Douro Sul, o contacto local é o Nuno Moreira: veja painéis solares no Douro Sul. Conheça quem o acompanha. Se tem uma empresa em Celorico da Beira ou em Fornos de Algodres, veja o apoio LEADER para empresas em Celorico e Fornos de Algodres, com candidaturas até 30 de novembro de 2026.

    A base operacional é em Esmolfe, Penalva do Castelo, com ligação direta ao distrito pela A25. Trabalhamos também no distrito de Viseu — ver painéis solares em Viseu — e no restante Centro e Norte; fora do raio habitual, a deslocação é avaliada caso a caso e fica explícita na proposta.

    A que distância fica o seu concelho

    A equipa que instala sai do nosso armazém em Esmolfe, no concelho de Penalva do Castelo. Na tabela estão os 14 concelhos do distrito da Guarda, mais a Covilhã e Belmonte: a distância em linha reta até à sede de cada um e quanto produz, por ano, cada kWp de painéis virados a sul, segundo o PVGIS 5.3. Por estrada, o caminho é mais longo.

    Nos concelhos marcados «Equipa de Esmolfe», o seu contacto é o Mickael Antunes, pelo 928 063 925. Em Seia, Gouveia e Celorico da Beira, é o Hugo Fonseca. Onde se lê «caso a caso», a deslocação é avaliada pedido a pedido e fica escrita na proposta.

    Distância aproximada em linha reta de Esmolfe à sede do concelho, com 1 a 2 km de incerteza (cálculo de 10-10-2026). Produção: estimativa PVGIS 5.3 para 1 kWp a 35°, virado a sul, com 14 % de perdas e o horizonte do terreno; não é uma garantia de produção. Coordenadas e fontes.
    ConcelhoDistânciakWh por kWp, por anoQuem acompanha
    Fornos de Algodres13,8 km1 494Equipa de Esmolfe
    Aguiar da Beira19,4 km1 498Equipa de Esmolfe
    Gouveia22,0 km1 447Hugo Fonseca
    Celorico da Beira25,0 km1 529Hugo Fonseca
    Seia28,9 km1 396Hugo Fonseca
    Trancoso30,3 km1 501Equipa de Esmolfe
    Manteigas33,2 km1 449A confirmar no pedido
    Guarda38,6 km1 544Equipa de Esmolfe
    Belmonte45,4 km1 573Equipa de Esmolfe, caso a caso
    Covilhã46,9 km1 601Equipa de Esmolfe, caso a caso
    Mêda47,6 km1 532Equipa de Esmolfe
    Pinhel53,2 km1 527Equipa de Esmolfe
    Sabugal62,0 km1 556Equipa de Esmolfe, caso a caso
    Vila Nova de Foz Côa63,8 km1 482Equipa de Esmolfe, caso a caso
    Figueira de Castelo Rodrigo65,3 km1 542Equipa de Esmolfe, caso a caso
    Almeida65,7 km1 555Equipa de Esmolfe, caso a caso

    Para o sistema de referência, de 5,85 kWp, multiplique por 5,85: dá cerca de 9 030 kWh por ano na Guarda, 9 100 no Sabugal, 8 930 em Pinhel e 8 780 em Trancoso. Entre concelhos, a diferença chega a cerca de 15 %, de 1 396 kWh/kWp em Seia a 1 601 na Covilhã; num telhado concreto, a orientação, a inclinação e as sombras costumam pesar mais do que o concelho.

    Apoio LEADER para empresas: o estado em cada concelho

    Os concursos LEADER abertos nesta zona são, sobretudo, para pequenas e médias empresas de comércio, turismo e serviços e, nalguns Grupos de Ação Local (GAL), para quem transforma produtos agrícolas. Cada concelho pertence a um GAL, e cada GAL abre os seus concursos, com prazos próprios. Estado segundo a lista oficial de avisos abertos do PEPAC de 12-10-2026, a mais recente publicada a 19-10-2026, e os avisos de cada concurso em pepacc.pt:

    ConcelhosGALConcurso aberto (lista de 12-10-2026)
    Guarda e SabugalPró-RaiaNenhum.
    Trancoso, Pinhel, Mêda, Almeida e Figueira de Castelo RodrigoCastelos do Côa (Raia Histórica)Diversificação, comércio e serviços (PME): 50 % do investimento elegível acima de 10 000 € e até 300 000 €, até às 17h00 de 30-11-2026. Bioeconomia (transformação de produtos agrícolas): até 30-11-2026.
    Fornos de Algodres, Celorico da Beira, Gouveia, Manteigas e SeiaADRUSEDiversificação, comércio e serviços (PME): 50 % do investimento elegível acima de 10 000 € e até 300 000 €, até às 17h00 de 30-11-2026.
    Aguiar da BeiraADD (Dão)Diversificação, comércio e serviços (PME): até 11-12-2026. Veja o guia do aviso do Dão.
    Vila Nova de Foz CôaDouro SuperiorDiversificação, comércio e serviços: até 29-12-2026. Bioeconomia: até 16-11-2026.
    Covilhã, só algumas freguesiasADERESDiversificação, comércio e serviços: até 31-12-2026. Mercados locais: até 31-12-2026.
    Belmonte e as restantes freguesias da Covilhã—Nenhum na lista oficial de 12-10-2026.

    Se a sua empresa fica num destes concelhos, dizemos-lhe que aviso serve ao seu caso, preparamos e submetemos a candidatura e instalamos com equipa própria. A taxa de 50 % aplica-se ao investimento elegível acima de 10 000 € e até 300 000 €: antes de avançar, confirmamos consigo se o seu projeto entra nessa faixa. A candidatura não tem custo para si: o nosso trabalho é a obra. Se a candidatura exigir um relatório de diagnóstico energético, tratamos nós de o contratar, também sem custo para si.

    Não contrate, não fature e não pague a obra antes de submeter a candidatura. A data a partir da qual a despesa conta muda de aviso para aviso: na ADRUSE, conta a partir da submissão da candidatura; no GAL Castelos do Côa, pode contar desde 1 de janeiro de 2026, se a operação ainda não estiver concluída.

    Para Celorico da Beira, Gouveia e Seia, o apoio da ADRUSE está explicado na página da Serra da Estrela, com o contacto do Hugo. Os avisos dos outros GAL, por concelho, estão em concursos LEADER abertos.

    Perguntas frequentes

    Quanto custa instalar painéis solares na Guarda?

    O nosso sistema de referência, com 10 painéis de 585 Wp, inversor híbrido Deye de 6 kW e bateria Blue Carbon de 15,36 kWh, custa 8 990 € com IVA, chave na mão, numa instalação em condições padrão (preço de referência a 19-10-2026). Na Guarda, pode produzir cerca de 9 030 kWh por ano, na estimativa PVGIS 5.3. O valor final fecha-se depois da visita técnica, que é gratuita: o consumo, a cobertura, a estrutura para a neve e o vento e o quadro elétrico podem mudar o sistema. Veja o que inclui o preço.

    Quanto produz um sistema fotovoltaico na Guarda?

    Como estimativa, cerca de 1 544 kWh por kWp instalado por ano, com os painéis virados a sul e a 35°, segundo o PVGIS 5.3. Um sistema residencial de 5,85 kWp assim orientado pode produzir cerca de 9 030 kWh por ano. Nos concelhos da tabela, a mesma estimativa vai de cerca de 1 400 kWh/kWp em Seia a 1 600 na Covilhã. Sombras, orientação desfavorável e sujidade reduzem esse valor; o número final sai do estudo feito após a visita técnica.

    Os painéis aguentam a neve e o vento da serra?

    Aguentam, se a estrutura for dimensionada para o local. O frio não estraga os módulos e até ajuda a produção; o que pede cuidado é o peso da neve e a força do vento, que aumentam com a altitude e a exposição, e a cidade da Guarda fica acima dos 1 000 m. Na visita verificamos a cobertura e a estrutura e escolhemos a fixação para as ações de neve e de vento do local, com uma inclinação que ajuda a neve a deslizar. Enquanto a neve ou a geada cobrem os módulos, a produção cai muito e retoma quando derretem.

    Instalam em Pinhel, Sabugal, Belmonte ou na Covilhã?

    Em Pinhel, sim: fica a cerca de 53 km de Esmolfe, em linha reta, e é acompanhado pela equipa de Esmolfe. No Sabugal (62 km) e, já no distrito de Castelo Branco, em Belmonte (45 km) e na Covilhã (47 km), a deslocação é avaliada caso a caso e fica escrita na proposta. As distâncias e a produção estimada de cada concelho estão na tabela dos concelhos.

    Há apoio LEADER na Guarda?

    No concelho da Guarda, não: na lista oficial de avisos abertos de 12-10-2026, a mais recente a 19-10-2026, o GAL Pró-Raia, que serve a Guarda e o Sabugal, não tem concurso. Nos concelhos vizinhos, sim: em Trancoso, Pinhel, Mêda, Almeida e Figueira de Castelo Rodrigo (GAL Castelos do Côa) e em Fornos de Algodres, Celorico da Beira, Gouveia, Manteigas e Seia (ADRUSE), as pequenas e médias empresas podem candidatar-se até às 17h00 de 30-11-2026, com apoio de 50 % do investimento elegível acima de 10 000 € e até 300 000 €. Preparamos e submetemos a candidatura sem custo para si; o estado de cada concelho está na tabela do apoio LEADER.

    Preciso mesmo de bateria?

    Recomendamos inversor híbrido com bateria, sobretudo quando há pouco consumo durante o dia — por exemplo, se passa o dia fora de casa — ou se quer backup numa falha de rede. Sem bateria, a energia que não consome no momento é entregue à rede sem valorização ou, com contrato, vendida; numa instalação configurada para excluir a injeção, em regra não é aproveitada. Quando é vendida, o preço depende do contrato e do mercado e tende a ser inferior, por kWh, ao da eletricidade que compra.

    Na Guarda, as noites de inverno são longas: se aquece a casa ao fim do dia, a bateria guarda, até à sua capacidade, o que sobra do meio-dia para essas horas. Por isso instalamos inversores híbridos com bateria.

    Com inversor híbrido e baterias, o backup pode ser geral: numa falha de rede, a casa toda passa automaticamente para as baterias e os painéis, e volta à rede sozinha quando ela regressa.

    Tratam do processo junto da DGEG?

    Sim. É a potência instalada que decide o enquadramento: mera comunicação prévia até 30 kW e registo da unidade de produção para autoconsumo acima desse valor, nos termos do Decreto-Lei n.º 15/2022. Preparamos e submetemos o processo, com a responsabilidade técnica do técnico responsável da empresa.

    Como se processa o pagamento?

    A condição habitual é 60 % no momento da adjudicação e os restantes 40 % depois de a instalação estar concluída e comissionada. Fica sempre escrito na proposta, antes de a obra começar.

    Pronto para aproveitar o sol da serra?

    Fontes e parâmetros
    • PVGIS 5.3 — Photovoltaic Geographical Information System, Comissão Europeia / Joint Research Centre. Simulação para a Guarda (40,5373 N; 7,2675 O), sistema fixo a 35° de inclinação e azimute 0° (sul), 14 % de perdas, silício cristalino, montagem livre e horizonte do terreno incluído: 1 544 kWh/kWp por ano (1 543,95), desvio-padrão interanual de cerca de 57 kWh, irradiação no plano dos módulos de 1 963 kWh/m² por ano. Por mês: 93,6 kWh/kWp em janeiro (110,7 kWh/m² de irradiação) e 172,0 kWh/kWp em julho (231,2 kWh/m²). Temperatura média do ar (ERA5): 4,9 °C em janeiro e 22,2 °C em julho. Perfil diário (PVGIS, radiação diária), no plano dos módulos: 5,95 kWh/m² com céu limpo em janeiro, 3,57 kWh/m² num dia médio de janeiro e 7,46 kWh/m² num dia médio de julho; temperatura horária média do ar em janeiro entre 2,3 e 8,8 °C. Base PVGIS-SARAH3 e ERA5, 2005–2023. re.jrc.ec.europa.eu/pvg_tools (consultado a 19 de outubro de 2026)
    • PVGIS 5.3, com os mesmos parâmetros e um ponto na zona da sede de cada concelho, em kWh/kWp por ano: Fornos de Algodres (40,6208 N; 7,5400 O) 1 493,83; Aguiar da Beira (40,8172 N; 7,5431 O) 1 498,28; Gouveia (40,4940 N; 7,5918 O) 1 447,37; Celorico da Beira (40,6359 N; 7,3928 O) 1 528,92; Seia (40,4201 N; 7,7028 O) 1 395,93; Trancoso (40,7754 N; 7,3492 O) 1 501,22; Manteigas (40,4000 N; 7,5333 O) 1 448,67; Guarda (40,5373 N; 7,2675 O) 1 543,95; Belmonte (40,3606 N; 7,3497 O) 1 572,69; Covilhã (40,2811 N; 7,5031 O) 1 600,95; Mêda (40,9663 N; 7,2637 O) 1 532,36; Pinhel (40,7775 N; 7,0600 O) 1 526,53; Sabugal (40,3517 N; 7,0903 O) 1 555,58; Vila Nova de Foz Côa (41,0818 N; 7,1424 O) 1 482,22; Figueira de Castelo Rodrigo (40,8975 N; 6,9628 O) 1 542,08; Almeida (40,7261 N; 6,9066 O) 1 554,89. Estes pontos podem diferir até 0,5 km dos usados nas distâncias. Os pontos de Seia, Gouveia e Celorico da Beira são os da página da Serra da Estrela. Os valores para 5,85 kWp multiplicam a produção por kWp por 5,85, com arredondamento. (consultado a 19 de outubro de 2026)
    • Distâncias: em linha reta, da nossa base em Esmolfe (40,6792 N; 7,6833 O) até à sede de cada concelho, com as coordenadas das sedes no OpenStreetMap e a fórmula de haversine; cálculo interno da JP Solar Solutions de 10 de outubro de 2026, com controlo pela Wikidata e uma incerteza de 1 a 2 km. Não são distâncias por estrada nem tempos de viagem.
    • PEPAC no continente — Lista de avisos abertos do Desenvolvimento Local (LEADER), de 12 de outubro de 2026 (lista em folha de cálculo), de onde vêm os tipos de concurso e as datas de fecho da ADD, do Douro Superior e da ADERES, e páginas dos Grupos de Ação Local e dos concursos: pepacc.pt/leader. GAL Castelos do Côa, Aviso 01/D.1.1.1.3/2026: Almeida, Figueira de Castelo Rodrigo, Mêda, Pinhel e Trancoso; PME; 50 % para investimento elegível acima de 10 000 € e até 300 000 €; candidaturas das 17h00 de 12-10-2026 às 17h00 de 30-11-2026; despesa elegível desde 1 de janeiro de 2026, se a operação não estiver concluída (aviso em PDF). ADRUSE, Aviso 01/D.1.1.1.3/2026: Celorico da Beira, Fornos de Algodres, Gouveia, Manteigas e Seia; PME; 50 % para investimento elegível acima de 10 000 € e até 300 000 €; até às 17h00 de 30-11-2026; despesa elegível a partir da submissão da candidatura (aviso em PDF). Pró-Raia (Guarda e Sabugal; território na ficha do GAL na Rede PAC da UE), Belmonte e as restantes freguesias da Covilhã: sem concurso na lista de avisos abertos de 12-10-2026. (consultados a 19 de outubro de 2026)
    • DGEG — Autoconsumo e CER. dgeg.gov.pt (consultado a 8 de setembro de 2026)
    • DGEG — Pedido de inscrição e registo de unidades de produção para autoconsumo: mera comunicação prévia até 30 kW de potência instalada; acima desse valor, registo de UPAC. dgeg.gov.pt (consultado a 28 de setembro de 2026)
    • DGEG — Enquadramento legal do autoconsumo: Decreto-Lei n.º 15/2022, de 14 de janeiro, e despachos complementares. dgeg.gov.pt (consultado a 8 de setembro de 2026)
    • Viver no Centro de Portugal — Município da Guarda: «A Guarda é a cidade portuguesa com maior altitude: cerca de 1056 metros.» vivernocentrodeportugal.com (consultado a 8 de setembro de 2026)