Instalação de wallbox: carregador de carro elétrico em casa e na empresa
Instalamos a sua wallbox, o carregador de parede do carro elétrico, em casa, na empresa ou no lugar de garagem do prédio, com equipa própria: circuito dedicado desde o quadro, proteções próprias e, quando a potência contratada não chega para tudo, gestão de carga. Se tem ou vai ter painéis solares e bateria, a wallbox entra no mesmo projeto. A visita técnica é gratuita e a proposta é escrita.
Atualizado a 26 de outubro de 2026. Fazemos a avaliação, a instalação e os ensaios a partir de Esmolfe, Penalva do Castelo. Somos entidade instaladora EI n.º 3369, com o técnico responsável Mickael Antunes, DGEG 89244.
Orçamento para a sua wallbox
Para casa, empresa ou garagem de prédio, com ou sem painéis solares. O orçamento é gratuito e a visita técnica, também gratuita, confirma o quadro e o percurso do cabo.
O que é uma wallbox e qual escolher: 7,4 kW ou 11 kW
Wallbox é o carregador de parede do carro elétrico: um equipamento fixo, ligado a um circuito só seu desde o quadro, com tomada ou cabo do Tipo 2. Carrega mais depressa do que a tomada doméstica e, conforme o modelo e a instalação, trabalha com gestão de carga e com os painéis solares. A escolha faz-se pela ligação da casa e pelo carro:
| Wallbox de 7,4 kW | Wallbox de 11 kW | |
|---|---|---|
| Ligação | Monofásica, 32 A | Trifásica, 16 A por fase |
| Escalão mínimo, só para a wallbox | 10,35 kVA | 13,8 kVA (trifásica) |
| 40 kWh na bateria do carro | 5 h 24 min | 3 h 38 min |
| Para quem | A maioria das casas, com ligação monofásica | Casas e empresas com ligação trifásica e carro que aceite 11 kW em corrente alternada |
Os tempos são de cálculo ideal, sem perdas, como na tabela de que potência escolher. Numa noite de 8 horas, uma wallbox de 7,4 kW entrega até cerca de 59 kWh, mais do que a maioria das rotinas pede. A potência contratada tem de chegar para o carro e para a casa ao mesmo tempo; quando não chega, entra a gestão de carga. O circuito, o cabo e o diferencial explicamos em carregar o carro elétrico em casa: potência e quadro.
O que inclui a instalação de uma wallbox em casa
Um carregador de parede é um equipamento fixo: liga-se a um circuito só seu, com proteções escolhidas para ele. É isto que fazemos e o que recebe em cada passo:
| Passo | O que fazemos | O que recebe |
|---|---|---|
| Visita técnica | Vemos a potência contratada, a ligação monofásica ou trifásica, o quadro elétrico, a terra, o local do carregador e o percurso do cabo | Visita gratuita e proposta escrita com o equipamento, o trabalho e o que fica incluído |
| Circuito dedicado | Cabo desde o quadro, dimensionado para a potência e para a distância, como pede o Guia Técnico da DGEG | Um circuito só para o carro |
| Proteções | Disjuntor e diferencial de 30 mA do tipo que o carregador exige e, quando o caso o justifica, descarregador de sobretensões | As proteções descritas na proposta |
| Carregador | Montagem do carregador, com tomada ou cabo do Tipo 2, e configuração da corrente máxima que a instalação aguenta | O carregador a funcionar e a explicação do uso |
| Gestão de carga | Medidor na entrada da instalação, quando a potência contratada não chega para o carro e para a casa ao mesmo tempo | O carregador baixa a corrente quando a casa consome mais, em vez de o quadro disparar |
| Painéis e bateria | Ligação ao sistema solar e à bateria, quando existem e os equipamentos o permitem | Carregamento com o excedente solar e prioridade definida entre o carro e a bateria |
| Ensaios e documentos | Verificação das proteções e da terra e ensaio de funcionamento | Declaração de conformidade da execução ou termo de responsabilidade pela execução, conforme o caso |
Nas nossas obras usamos wallbox SunPower Drive, de 7,4 kW monofásica e de 22 kW trifásica, com a corrente máxima ajustada na instalação à potência contratada e ao quadro.
Quanto custa instalar uma wallbox em casa
Uma wallbox de 7,4 kW instalada custa a partir de 1 410 € com IVA (preço de referência a 26-10-2026, no Centro e Norte). O que inclui e o que não inclui está logo abaixo. O valor final fecha-se depois da visita técnica gratuita, numa proposta escrita com o IVA indicado e tudo o que fica incluído. Acima do ponto de partida, o preço muda com:
| O que faz variar o preço | Porquê |
|---|---|
| O carregador | A potência, a ligação monofásica ou trifásica e as funções, como a gestão de carga, os horários e a ligação ao solar |
| A distância do quadro ao carro | Mais metros de cabo e de calha e, quando a potência e a distância o pedem, um cabo mais grosso |
| O quadro elétrico | O espaço para as proteções novas e o estado da instalação e da terra |
| A potência contratada | Se não chega para o carro e para a casa ao mesmo tempo, entra a gestão de carga |
| Garagem de prédio | O percurso do cabo até ao seu lugar e de onde vem a alimentação: da sua fração ou dos quadros comuns |
| Painéis e bateria | A ligação ao inversor e a configuração da prioridade entre o carro e a bateria |
Preço da wallbox e da instalação
Wallbox de 7,4 kW instalada, a partir de 1 410 € com IVA (1 146 € sem IVA; preço de referência a 26-10-2026). O valor com IVA é para particulares, à taxa normal de 23 % no continente. É uma instalação monofásica, em condições padrão:
- Incluído: a wallbox SunPower Drive de 7,4 kW monofásica (até 32 A, cabo fixo de 5 m com conector Tipo 2 e leitor RFID); o circuito dedicado desde o quadro, com até 15 m de cabo à vista ou em calha; disjuntor e diferencial de 30 mA do tipo A no quadro (a wallbox tem deteção de corrente contínua de 6 mA, segundo a ficha do fabricante); montagem, configuração da corrente máxima e dos cartões, ensaios e documentos; deslocação até 150 km de Esmolfe (Penalva do Castelo).
- Não incluído (se for preciso, fica descrito e com preço na proposta): cabo além dos 15 m; roços, valas ou passagens enterradas; obras no quadro sem espaço para as proteções novas, ou terra a corrigir; aumento da potência contratada ou gestão de carga, quando a potência não chega para o carro e para a casa ao mesmo tempo; ligação aos painéis e à bateria; garagem de prédio, com percurso nos espaços comuns; wallbox trifásica de 11 ou 22 kW; deslocações a mais de 150 km.
Só o equipamento: na nossa loja Solceller, a wallbox SunPower Drive de 7,4 kW monofásica custa 399 € e a de 22 kW trifásica 599 €, com IVA (preços de loja a 26-10-2026). As duas têm a corrente máxima ajustável na instalação e leitor RFID com cartões; não têm Wi-Fi, 4G nem aplicação.
Prefere só o material? Se já tem eletricista, pode comprar a wallbox na Solceller; a instalação deve ser feita por uma entidade instaladora ou por um técnico responsável registados na DGEG.
O pagamento é de 60 % na adjudicação e 40 % após a instalação concluída e comissionada. Em vez de comprar, pode optar pelo aluguer com manutenção incluída, pago em mensalidades, que no total fica mais caro do que o pronto pagamento. Se preferir comprar com crédito bancário, ajudamos no pedido; a decisão do crédito é do banco.
Num particular, o carregador e a instalação têm, em regra, IVA à taxa normal; numa empresa, o que muda está mais abaixo. Os apoios públicos que hoje existem para painéis solares, e o seu estado, estão em apoios e incentivos a painéis solares em 2026; se houver aviso aberto que cubra o seu caso, preparamos e submetemos a candidatura por si. A candidatura não tem custo para si: o nosso trabalho é a obra.
Que potência escolher
A potência com que o carro carrega é a menor de três: a do carregador, a que o carro aceita em corrente alternada, que vem na ficha técnica do carro, e a que a sua instalação permite. Instalar mais potência do que o carro aceita, ou do que a instalação aguenta, não acelera o carregamento.
A tabela mostra quanto tempo cada potência leva a pôr 16 kWh na bateria do carro (cerca de 100 km, a um consumo de 16 kWh por 100 km) e 40 kWh, e o escalão mínimo de potência contratada que o carregador pede sozinho, sem contar com a casa.
| Potência | Ligação | 16 kWh (≈ 100 km) | 40 kWh | Escalão mínimo, só para o carregador |
|---|---|---|---|---|
| 2,3 kW | Monofásica, 10 A (tomada doméstica) | 6 h 57 min | 17 h 23 min | 2,3 kVA |
| 3,7 kW | Monofásica, 16 A | 4 h 19 min | 10 h 49 min | 4,6 kVA |
| 7,4 kW | Monofásica, 32 A | 2 h 10 min | 5 h 24 min | 10,35 kVA |
| 11 kW | Trifásica, 16 A por fase | 1 h 27 min | 3 h 38 min | 13,8 kVA (trifásica) |
Conta nossa, de 19-10-2026: tempo = energia ÷ potência, num cálculo ideal, sem perdas de carregamento e com o carro a aceitar essa potência; na prática demora um pouco mais. As correntes e potências são as do quadro de potências do Guia Técnico da DGEG; o escalão é o primeiro da escala da ERSE igual ou acima da potência do circuito, o critério que o Guia usa no seu exemplo de 3 680 VA. Um carregador de 11 ou 22 kW exige ligação trifásica, e acima de 10,35 kVA contratados a ligação também é trifásica.
A potência contratada tem de chegar para o carro e para a casa ao mesmo tempo: com um carregador de 7,4 kW e 10,35 kVA contratados, sobram cerca de 3 kVA para a casa enquanto o carro carrega no máximo. Quando não chega, há três caminhos: subir a potência contratada, passar a ligação a trifásica ou instalar gestão dinâmica de carga, que reduz a corrente do carregador quando a casa consome mais e a repõe quando alivia. A proposta diz qual se aplica ao seu caso.
Para muitas rotinas basta pouca potência: quem faz 50 km por dia gasta cerca de 8 kWh, a 16 kWh por 100 km, que um carregador de 3,7 kW repõe em cerca de 2 h 10 min. As regras do circuito, do cabo e do diferencial estão em potência e quadro para o carregador.
Carregador de parede, tomada reforçada ou tomada normal
Há três formas de carregar em casa. O Guia Técnico da DGEG diz que as tomadas domésticas comuns não devem ser usadas quando a corrente de carga passa de 10 A, salvo se forem marcadas de origem pelo fabricante para esse efeito, e recomenda que só se usem em instalações existentes.
| Opção | Como carrega | Potência | Para quem |
|---|---|---|---|
| Tomada doméstica comum | Com o cabo que vem com o carro, que tem a caixa de controlo e proteção no próprio cabo | Até 10 A, cerca de 2,3 kW | Recurso ocasional |
| Tomada reforçada | Com o mesmo cabo do carro, numa tomada marcada pelo fabricante para carregar veículos, em circuito dedicado | Depende do modelo da tomada e do cabo; confirmamos na visita | Quando não precisa de gestão de carga nem de ligação ao solar |
| Carregador de parede | Equipamento fixo, com tomada ou cabo do Tipo 2 | 3,7 ou 7,4 kW em monofásica; 11 ou 22 kW em trifásica | Uso diário; conforme o modelo, gere a carga, programa horários e carrega com o excedente solar |
Para o dia a dia propomos o carregador de parede, porque é o que permite gerir a carga e ligar ao solar. Na visita dizemos se, no seu caso, uma tomada reforçada chega.
Com painéis solares e bateria
Com painéis, o carro pode carregar com a energia que sobra ao meio-dia; com bateria, parte do excedente do dia fica guardada e o carregamento pode aproveitá-la, conforme a configuração. Nos nossos sistemas, com inversor híbrido Deye e bateria Blue Carbon, podemos ligar o carregador à porta GEN do inversor, quando a potência do carregador e a do inversor o permitem: é o inversor que decide quando o carregador trabalha, conforme a produção e a carga da bateria. Se vai comprar um carro elétrico, diga-nos antes do estudo: o consumo do carro entra no dimensionamento dos painéis. A potência mínima de carga e a prioridade entre o carro e a bateria estão em carregar o carro com o excedente solar.
Se ainda não tem painéis, veja quanto custam painéis solares com bateria em 2026 e o que é o autoconsumo solar. Se já tem painéis sem bateria, veja acrescentar bateria a painéis solares já instalados e porque compensa guardar o excedente numa bateria.
Em empresas e frotas
Numa empresa com vários carros, o que decide é a potência disponível e o horário de carregamento. Em vez de dimensionar a instalação para todos os carros carregarem no máximo ao mesmo tempo, distribuímos a potência pelos pontos com um sistema de controlo da carga, como o Guia Técnico da DGEG prevê. Partimos do diagrama de carga da empresa e da ligação que já existe.
Com painéis na empresa, uma frota que carrega durante o dia, no parque, usa diretamente a produção solar; a que carrega à noite pode aproveitar a bateria, conforme a configuração, ou, se o tarifário as tiver, as horas de energia mais barata. Veja como trabalhamos o autoconsumo para empresas.
Carregadores de uso exclusivo da empresa, para a frota ou para os colaboradores, são pontos de acesso privado. Se os quiser abrir a clientes ou ao público, passam a pontos acessíveis ao público, que só operadores de pontos de carregamento licenciados, ou com comunicação prévia à DGEG, podem instalar e explorar. Nesse caso, dizemos-lhe antes da proposta o que muda.
No IVA, uma empresa tem regras próprias. Numa informação vinculativa de 2023 (processo 24830), a Autoridade Tributária entendeu, num caso concreto, que o IVA da compra e instalação de carregadores para as viaturas ligeiras de passageiros da empresa não é dedutível, e que o IVA da eletricidade usada em viaturas elétricas ou híbridas recarregáveis (plug-in) é. Cada caso confirma-se com o contabilista; a taxa de IVA dos carregadores está na nossa página sobre o IVA dos painéis solares, na parte dos carregadores.
Num prédio: lugar de garagem e condomínio
Num edifício existente, como condómino, arrendatário ou ocupante legal, pode instalar um carregador no seu lugar de garagem (Decreto-Lei n.º 93/2025, artigo 23.º). Tem de comunicar a intenção ao condomínio por escrito, com pelo menos 30 dias de antecedência. O condomínio ou o proprietário só se podem opor nos casos que a lei prevê, que resumimos nas perguntas frequentes, e têm um prazo máximo de 30 dias para decidir.
O carregador pode ser alimentado pela instalação da sua fração, a partir do quadro de entrada, ou pelo quadro de colunas ou dos serviços comuns do prédio. Num lugar de uso exclusivo alimentado pela sua fração, a operação do carregador cabe-lhe a si; alimentado pelos quadros comuns, cabe ao condomínio ou a um operador contratado. Os cabos não podem passar pelo poço do elevador nem por condutas de outros sistemas. Na visita vemos o percurso do cabo até ao seu lugar, e a proposta descreve a instalação, o que ajuda a fazer a comunicação ao condomínio.
Onde instalamos
Instalamos com equipa própria a partir de Esmolfe, Penalva do Castelo, nos distritos de Viseu e da Guarda e em concelhos vizinhos do Centro e Norte. As distâncias da tabela são em linha reta, de Esmolfe à sede de cada concelho, calculadas por nós a 10-10-2026, com uma margem de 1 a 2 km; por estrada são maiores.
| Zona | Concelhos e distância a Esmolfe | Quem o acompanha |
|---|---|---|
| Região de Viseu | Mangualde 10,9 km · Viseu 19,6 km · Nelas 22,0 km · Tondela 38,1 km | Mickael Antunes, 928 063 925 |
| Guarda | Fornos de Algodres 13,8 km · Trancoso 30,3 km · Guarda 38,6 km · Pinhel 53,2 km | Mickael Antunes, 928 063 925 |
| Serra da Estrela | Gouveia 22,0 km · Celorico da Beira 25,0 km · Seia 28,9 km · Oliveira do Hospital 38,6 km | Hugo Fonseca, contacto local |
| Lamego e Douro Sul | Sernancelhe 29,3 km · Moimenta da Beira 34,4 km · Tarouca 38,3 km · Lamego 47,8 km | Nuno Moreira, contacto local |
Cada zona tem a sua página, com a produção solar estimada e os concelhos que acompanhamos: painéis solares em Viseu, painéis solares na Guarda, painéis solares na Serra da Estrela e painéis solares em Lamego e no Douro Sul. Noutros concelhos do Centro e Norte, a deslocação avalia-se caso a caso e fica explícita na proposta. Veja quem o acompanha em cada zona.
Como decorre a instalação
- Pedido. Deixa-nos o contacto no formulário do início da página ou envia-nos a fatura pelo pedido de orçamento, com o modelo do carro, se já o tiver.
- Visita técnica gratuita. Vemos o quadro, a terra, a potência contratada, o local do carregador e o percurso do cabo; num prédio, o caminho até ao seu lugar.
- Proposta escrita. Com o equipamento, o trabalho, o que fica incluído e o IVA e, se for preciso, a gestão de carga ou a mudança de potência.
- Obra. Feita pela equipa própria de Esmolfe, sob a responsabilidade técnica do Mickael Antunes: circuito, proteções, montagem e configuração.
- Ensaios e documentos. Verificamos as proteções e a terra, ensaiamos o funcionamento, explicamos o uso e entregamos a declaração de conformidade da execução ou o termo de responsabilidade pela execução, conforme o caso.
Segundo a DGEG, a instalação só deve ser executada por uma entidade instaladora de instalações elétricas de serviço particular ou por um técnico responsável pela execução, registados na DGEG. A JP Solar Solutions é entidade instaladora EI n.º 3369, com o técnico responsável Mickael Antunes, DGEG 89244. Se a instalação precisa de projeto depende do tipo de instalação elétrica e da potência (Decreto-Lei n.º 96/2017, artigo 5.º); quando é obrigatório, o projeto faz parte da proposta. Se instalar também painéis ou bateria, tratamos do procedimento da UPAC na DGEG: veja UPAC em 2026: registo, licenciamento e o que muda com a potência.
Perguntas frequentes
O que é uma wallbox?
É o carregador de parede do carro elétrico: um equipamento fixo, ligado a um circuito dedicado desde o quadro, com tomada ou cabo do Tipo 2. Numa casa com ligação monofásica vai até 7,4 kW; com ligação trifásica, 11 ou 22 kW. Carrega mais depressa do que a tomada doméstica e pode trabalhar com os painéis solares.
Quanto custa instalar uma wallbox em casa?
Uma wallbox de 7,4 kW monofásica instalada custa a partir de 1 410 € com IVA (1 146 € sem IVA), a 26-10-2026, no Centro e Norte. Inclui a wallbox SunPower Drive, o circuito dedicado com até 15 m de cabo, o disjuntor e o diferencial, a montagem, a configuração, os ensaios e a deslocação até 150 km de Esmolfe. Cabo além dos 15 m, roços ou valas, obras no quadro, aumento de potência ou gestão de carga e a ligação aos painéis ficam fora e, se forem precisos, saem na proposta (o que inclui). Só o equipamento, na nossa loja Solceller: 399 € (7,4 kW) ou 599 € (22 kW trifásica), com IVA. O pagamento é de 60 % na adjudicação e 40 % após a instalação concluída e comissionada.
Preciso de aumentar a potência contratada?
Nem sempre. O carregador soma-se à casa: sozinho, um de 3,7 kW pede pelo menos 4,6 kVA e um de 7,4 kW pede 10,35 kVA. Se a soma passa da potência contratada, pode subir de escalão, passar a trifásico ou instalar gestão dinâmica de carga, que baixa a corrente do carregador quando a casa consome mais. Com a fatura e o modelo do carro, dizemos-lhe o que compensa no seu caso.
Wallbox de 7,4 kW ou de 11 kW: qual compensa?
Numa casa com ligação monofásica, a de 7,4 kW. A de 11 kW compensa sobretudo se a casa já tiver ligação trifásica, se o carro aceitar 11 kW em corrente alternada, o que vem na ficha técnica, e se precisar de carregar muito em pouco tempo. Sozinho, pede 13,8 kVA contratados, em trifásica. Numa noite de 8 horas, um carregador de 7,4 kW entrega até cerca de 59 kWh e um de 3,7 kW cerca de 30 kWh: a 16 kWh por 100 km, perto de 370 e de 185 km.
Posso instalar eu próprio o carregador?
Não deve. Segundo a DGEG, a instalação só deve ser executada por uma entidade instaladora ou por um técnico responsável pela execução, registados na DGEG, e no fim da obra é um deles que subscreve a declaração de conformidade da execução ou o termo de responsabilidade. Nós somos entidade instaladora EI n.º 3369, com o técnico responsável Mickael Antunes, DGEG 89244.
Preciso de licença para ter um carregador em casa?
Não precisa de licença de operador: essa é para quem instala e explora pontos acessíveis ao público. Precisa de que a instalação seja feita por uma entidade instaladora ou por um técnico registados na DGEG, de receber no fim a declaração de conformidade da execução ou o termo de responsabilidade e, num prédio, de comunicar ao condomínio por escrito com 30 dias de antecedência.
Que documentos recebo no fim da obra?
A declaração de conformidade da execução ou o termo de responsabilidade pela execução, conforme o caso. Quando a instalação precisa de projeto, o projeto faz parte da proposta. Recebe também a fatura e os documentos do fabricante do carregador.
O carregador funciona se faltar a luz?
Sem painéis e bateria, não: numa falha de rede, o carregador para até a luz voltar. Com inversor híbrido Deye e bateria Blue Carbon, o backup pode ser geral e a casa passa automaticamente para as baterias; no projeto definimos se o carregador pode trabalhar durante a falha, para o carro não gastar a energia guardada para a casa.
Dá para carregar o carro só com o sol?
Em parte. Ao meio-dia, com excedente suficiente, sim; abaixo da potência mínima de carregamento, o carregamento suspende-se ou completa com energia da rede, conforme a configuração. Com bateria, definimos a prioridade entre a bateria e o carro quando os equipamentos o permitem.
O condomínio pode recusar o carregador na garagem?
Só nos casos que a lei prevê (Decreto-Lei n.º 93/2025, artigo 23.º): se o condomínio instalar, em 90 dias, um ponto de carregamento partilhado que sirva todos, se o prédio já tiver um ponto partilhado nessas condições, se a instalação representar um risco efetivo para a segurança de pessoas ou bens, se dificultar a circulação nas vias comuns ou se os espaços comuns deixarem de cumprir as regras de acessibilidade. Tem de comunicar por escrito com pelo menos 30 dias de antecedência, e o condomínio tem até 30 dias para decidir.
Peça o orçamento do seu carregador
O mais simples é o formulário curto do início da página: com o seu contacto, marcamos a visita técnica gratuita. Se preferir enviar já a fatura de eletricidade, que mostra a potência contratada, pode pedir orçamento com a fatura e escrever «carregador» no campo de detalhes adicionais, com o modelo do carro. As fotografias do quadro elétrico e do local onde quer o carregador podem seguir por WhatsApp para o 928 063 925.
Pedir orçamento para um carregador — Mickael · 928 063 925 · geral@jpsolarsolutions.pt · dias úteis, das 09h às 13h e das 14h às 18h.
A JP Solar Solutions projeta e instala autoconsumo, baterias, sistemas com backup e carregadores de carro elétrico no Centro e Norte, com equipa própria a partir de Esmolfe, Penalva do Castelo. Alvará IMPIC 112765 (classe 3). Entidade instaladora EI n.º 3369 e técnico responsável Mickael Antunes, DGEG 89244.
Fontes
- DGEG — Mobilidade elétrica: perguntas frequentes: direito de instalação em edifício existente, comunicação ao condomínio com pelo menos 30 dias, casos de oposição (incluindo o ponto partilhado instalado em 90 dias) e prazo máximo de 30 dias para o condomínio decidir (Decreto-Lei n.º 93/2025, artigo 23.º, n.os 1 a 4); operação conforme a alimentação (artigo 21.º); instalação e exploração dos pontos acessíveis ao público reservadas a operadores licenciados ou com comunicação prévia à DGEG (artigos 11.º e 20.º) e exclusão das garagens privativas desse conceito; alimentação a partir do quadro de entrada da fração, do quadro de colunas ou dos serviços comuns; proibição de passar cabos pelo poço do elevador; execução por entidade instaladora ou técnico responsável registados na DGEG; declaração de conformidade da execução ou termo de responsabilidade pela execução no fim da obra.
- DGEG — Instalação de pontos de carregamento: acesso privado: passos antes, durante e depois da instalação em condomínios, edifícios e moradias; casos em que o projeto é obrigatório.
- DGEG / CTE 64 — Guia Técnico das Instalações Elétricas para Alimentação de Veículos Elétricos, edição 3 (2023): quadro 2 de potências (2 300 VA a 10 A, 3 680 VA a 16 A e 7 360 VA a 32 A em 230 V; 11 085 VA a 16 A e 22 170 VA a 32 A em 230/400 V) e exemplo do escalão mínimo de 4 600 VA para um circuito de 3 680 VA; tomadas domésticas NP 1260 a não usar acima de 10 A, salvo se marcadas de origem para o carregamento, e recomendadas só em instalações existentes; circuito dedicado para cada veículo; diferencial individual de 30 mA, no mínimo do tipo A, com proteção contra as componentes contínuas; recomendação de descarregadores de sobretensões; tomada ou conetor do Tipo 2 no modo 3; sistema de controlo da carga.
- ERSE — Manual do simulador de potência contratada: treze escalões de potência contratada, de 1,15 kVA a 41,4 kVA; os monofásicos vão de 1,15 a 10,35 kVA, incluindo 2,3 e 4,6 kVA, e acima de 10,35 kVA a instalação é trifásica.
- ERSE — Tarifas e preços de eletricidade, quadros de tarifas e preços a partir de 1 de outubro de 2026: escalões de potência contratada da baixa tensão normal de 1,15, 2,3, 3,45, 4,6, 5,75, 6,9, 10,35, 13,8, 17,25, 20,7, 27,6, 34,5 e 41,4 kVA.
- Autoridade Tributária — Informação vinculativa do processo 24830 (despacho de 27-10-2023): IVA da compra e instalação de carregadores para viaturas de turismo da empresa excluído do direito à dedução; IVA da eletricidade usada em viaturas elétricas ou híbridas recarregáveis (plug-in) dedutível (Código do IVA, artigo 21.º, n.º 2, alínea h).
- Diário da República — Decreto-Lei n.º 93/2025, de 14 de agosto (Regime Jurídico da Mobilidade Elétrica), alterado pelo Decreto-Lei n.º 155/2026, de 31 de julho, que só mudou o artigo 44.º (regime transitório, prolongado até 31 de dezembro de 2027); os artigos 11.º, 20.º, 21.º e 23.º citados acima mantêm a redação de 2025.
- Diário da República — Decreto-Lei n.º 96/2017, de 10 de agosto (instalações elétricas de serviço particular).
Fontes consultadas a 19 de outubro de 2026; preços dos equipamentos na loja Solceller a 26 de outubro de 2026. Os tempos de carga, o escalão mínimo por carregador e as distâncias a Esmolfe são contas nossas, com o método indicado em cada secção.